

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, assina nesta sexta-feira a liberação de R$ 6 bilhões para a implementação do Projeto Porto Maravilha, que propõe a revitalização da Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro.
O repasse, o primeiro para investimentos em obras dos Jogos Olímpicos de 2016, acontece logo após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter manifestado seu descontentamento com as críticas de que o governo estaria atrasado com os preparativos para a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e a Olimpíada, dois anos depois.
O dinheiro virá de uma linha de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), batizada de Fundo de Investimento (FI), pelo qual mutuários podem aplicar até 10% do saldo dos recursos em projetos de infraestrutura.
Os valores também integram outras sublinhas do FI, sendo para aquisição de cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs); Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (Fidcs) e debêntures, com lastro em operações de habitação, além de aplicações desses recursos em operações urbanas consorciadas.
Participam da assinatura do acordo o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, além de representantes da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp) e da Administradora da Carteira de Habitação em Fundos de Investimentos, da Caixa Econômica Federal (CEF).
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